Vítor Manuel Palmilha @ 09:50

Qua, 28/12/11


 

 

Não sei se hoje é o dia, não sei se foi ontem, se será amanhã. Ou se eventualmente foi num qualquer momento do passado.


 

O que sei é que todos os dias aprendo! E acho que chegou o momento de utilizar o que aprendi. E a aprendizagem mais valiosa que já tive a sorte de poder usufruir foi a que me ensinou o valor da família, dos amigos, do trabalho, da vida! E é exactamente isso que farei!


Tenho a felicidade de ter uma família perfeita, com todas as imperfeições que esta afirmação acarrete, porque é a minha. Para o bem e para o mal.


Tenho a felicidade de ter alguns amigos verdadeiros, daqueles mesmo bons, com muitos anos, mesmo que às vezes fale pouco com eles. Acreditem, vou ligar-vos mais!


Tenho a felicidade de ter conhecido novos amigos, pessoas boas a quem não tenho dedicado toda a atenção que merecem! Que burro sou. Tenho tanto a aprender com eles e desperdiço uma oportunidade destas. Não o vou fazer mais. 

 

O que vou fazer realmente é seguir o caminho da felicidade, porque esse é o único caminho que realmente vale a pena lutar!


sinto-me: I feel good!
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Vítor Manuel Palmilha @ 09:06

Seg, 19/12/11

 

 

Parece que o Sr. Primeiro Ministro cometeu outro sacrilégio, sendo pragmático e dizendo a verdade, algo que hoje em dia muito se critica em Portugal. Ponto n.º 1: existem demasiados cursos em Portugal, demasiadas licenciaturas, demasiados mestrados, demasiadas vaidades. Porque noutros tempos (é melhor não dizer quais senão ainda me acusam de dizer a verdade) o que interessava era enganar as estatísticas e abrir faculdades, universidades. (Será que isto rima novamente com vaidades?) Bom, o que interessa é que o planeamento sério não existiu e temos professores a mais, médicos a menos e cursos médios quase inexistentes. Somando a isto as políticas de natalidade que vêm sendo seguidas (é melhor não dizer outra vez quais nem quando) levam-nos a que a renovação do nosso grande país venha a ser posta em causa. Com esta perspectiva, honesta, o Sr. PM aconselhou o inevitável: Procurem fazer algo pela vida! Logo vieram os quase "mortos" arautos da moralidade (Marcelo, Soares e afins) criticar. Pois é, o que deveriam fazer era pagar eles os subsídios de desemprego. Ou então têm que defender a extinção de cursos superiores e a procriação em massa, de forma a garantir estudantes suficientes para todos os professores. Será que esta classe já se apercebeu que sem alunos não podem ser professores? E que sem avaliação e sem uma reforma estrutural profunda deixarão de ter qualquer poder ou influencia sobre os alunos? Santa paciência é preciso ter, para quem não quer ouvir verdades nem encarar os factos. Destruiram tudo durante anos, haja alguém que quer construir!!!!




Tiago Vaz de Almeida @ 07:55

Seg, 19/12/11

Acabar com o hábito de esperar que façam por nós aquilo que nós enquanto cidadãos temos o dever de fazer.

 

Entender que não é possível mudar hábitos sem sacrifício, e que sacrifícios custam e doem.

 

Perceber que todos os nossos políticos são uma representação da nossa vontade. O sistema é o que nós queremos que seja.

 

Acreditar que a democracia é um sistema que precisa de mais participação de cada um de nós: gritar é uma forma de protesto, mas não é a única nem a mais eficaz.

 

Reconhecer que os bancos vendem dinheiro.

 

Assumir que assumir que somos portugueses com orgulho do que fazemos não é ser fascista.

 

Aceitar que a concorrência existe, é benéfica, e todos nós temos trunfos para concorrer: concorrer não é perder.

 

Criticar é manifestar uma opinião, apreciar: faz parte, é saudável mas não é um modo de vida.

 

E o mundo não vai acabar em 2012...

 

 

 

 


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Tânia Mealha @ 14:29

Qui, 07/07/11

vídeo que espelha a realidade que muitos políticos não assumem
“Ao dizermos que nada muda apenas estamos a contribuir para a não mudança! Eu quero mudança, acima de tudo quero que não me destruam sonhos e que não me matem a esperança!”


música: dever cívico, peste & sidahttp://www.youtube.com/watch?v=Nxp


Tiago Vaz de Almeida @ 23:53

Ter, 05/07/11

Estou feliz.

Não, não matei o presidente. Pelo contrário.

Elogio o presidente. Do PSD; no desempenho do seu papel de 1º ministro.

Se lhe reconheço capacidade e sentido de estado agradeço-lhe, mesmo sabendo que é uma medida de Troika, o facto de estar vinculado ao inicio do fim de um fio que todos os governos gostaram de ter. Aquele fiozinho dourado que mantém a electricidade da máquina do poder à economia. 

Venham medidas como estas que eu subscrevo. Sempre subscrevi.

O ouro português está noutros sitios que não nos direitos especiais do accionista estado. O ouro português está na rua. E precisa de liderança. Como sempre precisou.